Gente,
A
priori parece bastante simples esse tema, mas muita gente não tem o
domínio quanto a apropriação dos "custos diretos" ou a "alocação
direta", e essa confusão fatalmente prejudica nossos resultados.
Independentemente
do método de custeio que venhamos a adotar temos a necessidade de
conhecer os custos diretos aplicados em nosso serviço ou produto.
Isso tudo vai depender do quanto está o nível de detalhe que seu
sistema de custos alcança, pois quando temos um sistema que apenas
se deseja conhecer os custos departamentais esse nível de detalhe
fica um pouco aquém, mas quando temos um sistema robusto e que
finalmente atingimos o custo final no produto, assim de fato é muito
importante essa distinção.
Para
termos a convicção do que é alocação direta ou custo direto é
só observar os componentes de gastos no seu produto e perguntar a ele: Quanto custa sua
participação em meu produto final? Caso soubermos responder
enfaticamente sem necessitar de fórmulas ou rateios teremos o “custo
direto”. No entanto, caso necessitarmos de regras de rateio ou
tivermos dificuldade em se conhecer unitariamente o custo no produto,
não é um custo direto.
Contudo, a nossa primeira atividade que devemos fazer quando vamos
apropriar os custos é exatamente distinguir os gastos, despesas e
custos através da "alocação direta" nos centros de
custos administrativos, de apoio e centros produtivos.
Não
vamos mais nos enlear quanto a definição de “custos direto” e
“alocação direta”.
Um forte abraço e uma excelente semana!
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