2017 está cerrando e ratifico: foi um ano foi maravilhoso mesmo com alguns percalços...
Quero que 2018 seja esplêndido, que o meu coração continue apaixonado, que meus projetos se concretizem, quero muito transmitir a paz, a serenidade e o amor.
Que eu não me corrompa diante das falsidades do caminho e que Deus me ampare diante dos meus algozes...
Desejo o sucesso maior do mundo para você, pois é dando que se recebe!
Feliz 2018!
Com carinho Carlos Melo!
Destinado a você que deseja aprimorar conhecimentos na área de contabilidade geral, contabilidade de custos, contabilidade gerencial, controladoria e resultados empresariais.
Quem sou eu
- Carlos Melo
- Carreira com mais de 15 anos de atuação nas áreas financeira, contabilidade e controladoria, desenvolvida em empresas de médio e grande porte nos segmentos econômicos de tecnologia, operadora de plano de saúde e serviços hospitalares. Grande vivência na área de controladoria: implantação de soluções de controle e análise de custos, reclassificação de despesas, planejamento, análise e conciliação, objetivando a eficiente utilização de recursos e contenção de custos, criação de contas, procedimentos e melhorias de processos, apuração e análise de resultados. Registro CRC/PE nº 023493/O-2. Formação Acadêmica: Mestrado em Gestão Empresarial – FBV (em andamento) MBA em Gestão Estratégica de Custos – UNINTER MBA em Gerência Contábil, Perícia, Auditoria e Controladoria – FACINTER Graduação em Ciências Contábeis – FASNE.
Seja muito bem-vindo!
Desejo a você caro leitor, com muita dedicação e disciplina, você poder desfrutar dos conhecimentos apresentados neste blog e também juntos enriquecermos nossos saberes, pois estou sempre à disposição de opiniões e críticas construtivas, afinal em nossa rede almejamos crescer sempre juntos. Muitíssimo obrigado!
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
Parabéns Contadores! Parabéns à Contabilidade!
Gente,
Esta
semana, precisamente no dia 28, completaremos dez anos da introdução
da nova lei 11.638/2007 que foi um marco na nossa profissão. Foi
nesta data que foi introduzida a internacionalização da
contabilidade no Brasil.
A
adoção das IFRS (International Financial Reporting Standards)
aconteceu em dois grandes momentos: a primeira vez em 2008 e a
segunda vez em 2010. Lembro que essas medidas e normas já atuam em
mais de 130 países.
As
normas contábeis no Brasil são emitidas pelo Comitê de
Pronunciamentos Técnicos (CPC) e são denominadas CPCs.
A
adoção dessa lei além de nos colocar no âmbito internacional,
proporcionou-nos uma alavancagem em nossa profissão, tornando-nos
mais atualizados e valorizados no mercado.
Vamos
lembrar algumas das principais mudanças:
-
Publicação das Demonstrações dos Fluxos de Caixas - DFC.
-
Obrigatoriedade da publicação da Demonstração do Valor Adicionado - DVA para as companhias abertas.
-
Ativo permanente passa a ser dividido em: Investimentos, imobilizado, intangível e diferido.
-
Deverá ocorre segregação entre escrituração mercantil e tributária.
-
As sociedades controladas, sociedades que fazem parte do mesmo grupo que estejam sob influência e controle comum, devem ser avaliadas pelo método de equivalência patrimonial.
Parabéns
à Contabilidade!!!
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Assertiva dos Custos Fixos e Variáveis.
Gente,
essa dica realmente não tem como falhar. Muitos têm dificuldades em
definir e classificar as contas de custos quanto ao seu tipo em fixo
ou variável. E digo, mesmo diante de contadores e administradores
experientes, percebo que não há um consenso neste assunto.
Quando
as contas de custos não tem um alinhamento eficiente quanto a sua
classificação do seu tipo, a análise gerencial de custos é
prejudicada. E perdemos um ótimo instrumento de decisão como por
exemplo a “Margem de Contribuição”.
Diante
dessa dúvida sempre sigo esse pensamento que sempre vem dando certo
e aconselho em minhas consultorias. É simples. Pense assim:
Todo
custo fixo total quando apurado unitariamente se torna um “custo
variável”.
Todo
custo variável em sua totalidade, quando apuramos seu valor unitário
o mesmo se torna um “custo fixo”.
Essa
dica certamente vai ajudar você a sanar suas dificuldades e
melhorará a sua análise gerencial de custos.
Uma
ótima semana!
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
A DVA como estratégia de Marketing e Sustentabilidade
Toda
organização de fins lucrativos possui seu faturamento, ou seja,
vende. Nós contadores temos um papel eticamente fundamental neste
processo. Não cabe mais a gestão de uma organização sem a
transparência, fidedignidade.
Sendo
assim o Comitê de Pronunciamentos Contábeis emitiu o CPC 09 -
Demonstração do Valor Adicionado (DVA) para expor a todas as
partes interessadas (Stakeholders) como está sendo essa
geração da riqueza e sua distribuição.
Para
conhecer bem essa demonstração vamos ler o que diz a Lei 6.404/76,
no art. 188, inc. II:
-
A demonstração do valor adicionado representa o valor da riqueza
gerada pela companhia, a sua distribuição entre os elementos que
contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados,
financiadores, acionistas, governo, e outros, bem como a parcela da
riqueza não distribuída.
Lembro
que a obrigatoriedade desta demonstração contábil é para as sociedades de
capital aberto e demais companhias obrigadas por lei. No entanto,
o CPC 09 recomenda que a DVA seja elaborada para todas as empresas
que divulguem suas demonstrações contábeis.
Além
de sua companhia seguir os princípios internacionais de
contabilidade, essa demonstração reflete positivamente na
transparência de suas transações e é sem dúvida uma ótima
ferramenta de marketing e sustentabilidade da companhia.
Abraço
e até a próxima!
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
Você sabe realmente a diferença entre "Alocação Direta" e "Custo Direto"?
Gente,
A
priori parece bastante simples esse tema, mas muita gente não tem o
domínio quanto a apropriação dos "custos diretos" ou a "alocação
direta", e essa confusão fatalmente prejudica nossos resultados.
Independentemente
do método de custeio que venhamos a adotar temos a necessidade de
conhecer os custos diretos aplicados em nosso serviço ou produto.
Isso tudo vai depender do quanto está o nível de detalhe que seu
sistema de custos alcança, pois quando temos um sistema que apenas
se deseja conhecer os custos departamentais esse nível de detalhe
fica um pouco aquém, mas quando temos um sistema robusto e que
finalmente atingimos o custo final no produto, assim de fato é muito
importante essa distinção.
Para
termos a convicção do que é alocação direta ou custo direto é
só observar os componentes de gastos no seu produto e perguntar a ele: Quanto custa sua
participação em meu produto final? Caso soubermos responder
enfaticamente sem necessitar de fórmulas ou rateios teremos o “custo
direto”. No entanto, caso necessitarmos de regras de rateio ou
tivermos dificuldade em se conhecer unitariamente o custo no produto,
não é um custo direto.
Contudo, a nossa primeira atividade que devemos fazer quando vamos
apropriar os custos é exatamente distinguir os gastos, despesas e
custos através da "alocação direta" nos centros de
custos administrativos, de apoio e centros produtivos.
Não
vamos mais nos enlear quanto a definição de “custos direto” e
“alocação direta”.
Um forte abraço e uma excelente semana!
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
Quando reconhecer a Amortização de um Ativo Intangível?
Prezado
amigo(a).
Conforme
conceitua o "CPC 04 – R1 Ativo Intangível", o ativo
intangível é um ativo identificável sem substância física,
isto é, sem corpo físico. Os ativos intangíveis são
incorpóreos representados por direitos de uso de um bem ou direitos
associados a uma organização.
No
entanto, para poder esse ativo ser reconhecido, ou seja, atribuir um
valor a ser amortizado, esse ativo necessita de algumas
características:
-
Esse bem for provável que os benefícios econômicos futuros
esperados atribuídos serão gerados em favor da entidade. Esses
benefícios podem ser de receitas de vendas de produtos ou serviços,
redução de custos e até outros benefícios devidos do uso desse
ativo pela entidade.
- O
custo do ativo possa ser identificado com confiabilidade.
Então
fica a dica: só podemos amortizar esse bem quando tivermos a
probabilidade que esse ativo possa gerar benefícios econômicos para
a entidade no futuro e claro, ser esse ativo mensurado com confiabilidade.
Um
forte abraço e até a próxima!
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
"Representação Fidedigna."
Fim
de ano chegando e acredito ser oportuno conversarmos um pouco
sobre a "Representação Fidedigna" nas demonstrações
contábeis em vez apenas da legalidade jurídica.
Vejo
contadores, muito presos apenas à formalização das transações.
Muitos contadores se prendem apenas ao papel, assim comumente
falando.
O
"CPC 00 (R1) - Estrutura Conceitual para Elaboração e
Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro" enfatiza essa
necessidade quando informa:
QC12. Os relatórios
contábil-financeiros representam um fenômeno econômico em palavras
e números. Para ser útil, a informação contábil-financeira não
tem só que representar um fenômeno relevante, mas tem também que
representar com fidedignidade o fenômeno que se propõe representar.
Para ser representação perfeitamente fidedigna, a realidade
retratada precisa ter três atributos. Ela tem que ser completa,
neutra e livre de erro. É claro, a perfeição é rara, se de fato
alcançável. O objetivo é maximizar referidos atributos na extensão
que seja possível.
Em
outras palavras, temos de registrar todos os fatos relevantes e
tempestivos independentemente do processo formal. Temos que
apresentar a realidade econômica e não só os registros fisicamente
reportados.
Vamos
tirar a viseira de nossos olhos, vamos fazer valer nosso papel dentro
das organizações, sermos “Contadores” de verdade.
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