Quem sou eu

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Carreira com mais de 15 anos de atuação nas áreas financeira, contabilidade e controladoria, desenvolvida em empresas de médio e grande porte nos segmentos econômicos de tecnologia, operadora de plano de saúde e serviços hospitalares. Grande vivência na área de controladoria: implantação de soluções de controle e análise de custos, reclassificação de despesas, planejamento, análise e conciliação, objetivando a eficiente utilização de recursos e contenção de custos, criação de contas, procedimentos e melhorias de processos, apuração e análise de resultados. Registro CRC/PE nº 023493/O-2. Formação Acadêmica: Mestrado em Gestão Empresarial – FBV (em andamento) MBA em Gestão Estratégica de Custos – UNINTER MBA em Gerência Contábil, Perícia, Auditoria e Controladoria – FACINTER Graduação em Ciências Contábeis – FASNE.

Seja muito bem-vindo!

Desejo a você caro leitor, com muita dedicação e disciplina, você poder desfrutar dos conhecimentos apresentados neste blog e também juntos enriquecermos nossos saberes, pois estou sempre à disposição de opiniões e críticas construtivas, afinal em nossa rede almejamos crescer sempre juntos. Muitíssimo obrigado!

segunda-feira, 19 de março de 2018

Você é uma pessoa etnocêntrica ou relativizada no seu ambiente de trabalho, na sua casa, na sua vida?



Sabemos que é um tema bastante polêmico, mas antes de aprofundarmos vamos ao conceito do que seja uma pessoa etnocêntrica:

Visão de mundo própria da pessoa que considera a sua sociedade, sua nação, seu país ou grupo étnico superiores aos demais. Fonte: Dicio.com.

Estamos cansados de ver nos jornais tanta violência por causa da diferença. São muitas as diferenças, e o bom da vida é exatamente não sermos iguais... Não somos robôs! Somos seres humanos e o bom é que somos diferentes... Já imaginou se todos nós fôssemos iguais? Acredito que o mundo não teria sentido, não teria graça...

A Equipe Alfa (2010) nos elucida brilhantemente a importância de sermos menos “etnocêntricos” e sermos mais “relativizados” no ambiente de trabalho:

Quando compreendemos o outro, seja tanto o outro, um grupo ou uma pessoa, estamos nos abrindo a novos horizontes, novas ideias, formas de se trabalhar inovadoras.

Portanto, vamos pensar menos como os etnocentristas e mais como relativizadores, fazendo com que nosso ambiente de trabalho seja aberto como um sistema orgânico, sempre vivendo e aprendendo, onde as ideias e valores valem muito mais que posições e hierarquias, tornando a empresa competitiva e notória para a sociedade.

Sejamos mais relativizados em tudo na nossa vida! 

Uma ótima semana a todos!

segunda-feira, 12 de março de 2018

Uma dica infalível para entender bem a prática do “Débito e do Crédito” na Contabilidade!



Essa é uma das dúvidas cruciais dos iniciantes da área. Conhecer bem esse mecanismo do “Débito ou Crédito”, do “saldo devedor ou saldo credor”, é primordial para ser um bom Contabilista!

Vejamos assim:

A Contabilidade possui dois grandes grupos: O Ativo (Débito) e o Passivo (Crédito).

Toda empresa nasce no crédito. Seja com recursos dos sócios ou com dívidas. Assim entendemos que o lado do crédito (Passivo) tem característica "credora" na visão empresarial.

- Crédito próprio: O Capital (PL)
- Crédito de terceiros: Financiamentos, dívidas para com terceiros (Passivo circulante e não circulante).

Por que se chama Crédito? Porque quando surge a empresa, nasce uma “Pessoa Jurídica” com personalidade própria, diferente da personalidade dos sócios. Então essa pessoa jurídica está com os recursos.

No entanto, esses recursos serão aplicados na empresa. Por isso chamamos o Ativo, com característica "devedora", como o grupo das Aplicações dos Recursos. Exemplo: O dinheiro do sócio depositado no banco, as aquisições de mercadorias para vender, a mobília e as máquinas para o funcionamento da empresa.

Mas, por que característica "devedora"? Exatamente porque essas aplicações de fato são de uso da empresa, mas que na verdade, pertencem aos sócios. Assim fica fácil compreender que quando dizemos que o saldo da conta “Bancos” está devedor, isso é um ótimo sinal porque a empresa (pessoa jurídica) possui saldo suficiente para remunerar os seus sócios (os donos) e seus credores (as dívidas).

Espero ter contribuído nessa dica! Um forte abraço!

segunda-feira, 5 de março de 2018

Recife, segundo polo médico do Brasil e sua relação com os custos hospitalares.



Por possuir uma quantidade significativa de hospitais e clínicas de saúde, sendo considerada a “Capital do Nordeste brasileira”, Recife merece uma atenção especial para a necessidade de melhor controle nos custos das suas instituições de saúde.

Conforme Madeira (2004) nos informa: “Em um mundo cada vez mais competitivo onde encontra-se aumentada a velocidade da tomada de decisões... E, a necessidade advém do fato de que atualmente temos observado, através de dados retirados de jornais, que os custos representam mais de 50% da receita bruta hospitalar, o que diz demonstrar uma real necessidade de seu controle”. Assim podemos ter a convicção quanto à precisão de nos alertarmos ao melhor gerenciamento dos custos hospitalares na nossa cidade do Recife.

Podemos reforçar este entendimento utilizando adequadamente a Contabilidade de Custos nestas organizações hospitalares, pois Lara(2013) menciona: A Contabilidade de Custos está contida neste arsenal de ferramentas fornecidas pela Contabilidade. Ela busca munir gestores e demais usuários de informações relevantes para que decisões em níveis gerenciais possam ser tomadas com o máximo de destreza possível.

Uma ótima semana a todos!

quinta-feira, 1 de março de 2018

Sabes bem o que representa os Ativos Financeiros?


Para entender bem precisamos definir primeiramente o que é Instrumento Financeiro.


O CPC 39 “Instrumentos Financeiros – Apresentação” esclarece-nos bem quanto a essa definição. No item 11 diz assim:

Instrumento financeiro é qualquer contrato que dê origem a um ativo financeiro para a entidade e a um passivo financeiro ou instrumento patrimonial para outra entidade.

O Ativo Financeiro representa:
  • Caixa;
  • Instrumento patrimonial de outra entidade;
  • Direito contratual de receber caixa ou outro ativo financeiro de outra entidade; ou de troca de ativos financeiros ou passivos financeiros com outra entidade sob condições potencialmente favoráveis para a entidade;
  • Um contrato que seja ou possa vir a ser liquidado por instrumentos patrimoniais da própria entidade, e que não é um derivativo no qual a entidade é ou pode ser obrigada a receber um número variável de instrumentos patrimoniais da própria entidade;
  • Ou um derivativo que será ou poderá ser liquidado de outra forma que não pela troca de um montante fixo de caixa ou outro ativo financeiro, por número fixo de instrumentos patrimoniais da própria entidade.

 Tenhamos uma ótima semana para todos!

Fonte: Conselho Federal de Contabilidade.