Quem sou eu

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Carreira com mais de 15 anos de atuação nas áreas financeira, contabilidade e controladoria, desenvolvida em empresas de médio e grande porte nos segmentos econômicos de tecnologia, operadora de plano de saúde e serviços hospitalares. Grande vivência na área de controladoria: implantação de soluções de controle e análise de custos, reclassificação de despesas, planejamento, análise e conciliação, objetivando a eficiente utilização de recursos e contenção de custos, criação de contas, procedimentos e melhorias de processos, apuração e análise de resultados. Registro CRC/PE nº 023493/O-2. Formação Acadêmica: Mestrado em Gestão Empresarial – FBV (em andamento) MBA em Gestão Estratégica de Custos – UNINTER MBA em Gerência Contábil, Perícia, Auditoria e Controladoria – FACINTER Graduação em Ciências Contábeis – FASNE.

Seja muito bem-vindo!

Desejo a você caro leitor, com muita dedicação e disciplina, você poder desfrutar dos conhecimentos apresentados neste blog e também juntos enriquecermos nossos saberes, pois estou sempre à disposição de opiniões e críticas construtivas, afinal em nossa rede almejamos crescer sempre juntos. Muitíssimo obrigado!

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

2018, um novo ano!

2017 está cerrando e ratifico: foi um ano foi maravilhoso mesmo com alguns percalços... Quero que 2018 seja esplêndido, que o meu coração continue apaixonado, que meus projetos se concretizem, quero muito transmitir a paz, a serenidade e o amor. Que eu não me corrompa diante das falsidades do caminho e que Deus me ampare diante dos meus algozes... Desejo o sucesso maior do mundo para você, pois é dando que se recebe! Feliz 2018! Com carinho Carlos Melo!

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Parabéns Contadores! Parabéns à Contabilidade!

Gente,


Esta semana, precisamente no dia 28, completaremos dez anos da introdução da nova lei 11.638/2007 que foi um marco na nossa profissão. Foi nesta data que foi introduzida a internacionalização da contabilidade no Brasil.

A adoção das IFRS (International Financial Reporting Standards) aconteceu em dois grandes momentos: a primeira vez em 2008 e a segunda vez em 2010. Lembro que essas medidas e normas já atuam em mais de 130 países.

As normas contábeis no Brasil são emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Técnicos (CPC) e são denominadas CPCs.

A adoção dessa lei além de nos colocar no âmbito internacional, proporcionou-nos uma alavancagem em nossa profissão, tornando-nos mais atualizados e valorizados no mercado.

Vamos lembrar algumas das principais mudanças:


  • Publicação das Demonstrações dos Fluxos de Caixas - DFC.
  • Obrigatoriedade da publicação da Demonstração do Valor Adicionado - DVA para as companhias abertas.
  • Ativo permanente passa a ser dividido em: Investimentos, imobilizado, intangível e diferido.
  • Deverá ocorre segregação entre escrituração mercantil e tributária.
  • As sociedades controladas, sociedades que fazem parte do mesmo grupo que estejam sob influência e controle comum, devem ser avaliadas pelo método de equivalência patrimonial.




Parabéns à Contabilidade!!!

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Assertiva dos Custos Fixos e Variáveis.

Gente, essa dica realmente não tem como falhar. Muitos têm dificuldades em definir e classificar as contas de custos quanto ao seu tipo em fixo ou variável. E digo, mesmo diante de contadores e administradores experientes, percebo que não há um consenso neste assunto.

Quando as contas de custos não tem um alinhamento eficiente quanto a sua classificação do seu tipo, a análise gerencial de custos é prejudicada. E perdemos um ótimo instrumento de decisão como por exemplo a “Margem de Contribuição”.

Diante dessa dúvida sempre sigo esse pensamento que sempre vem dando certo e aconselho em minhas consultorias. É simples. Pense assim:


Todo custo fixo total quando apurado unitariamente se torna um “custo variável”.
Todo custo variável em sua totalidade, quando apuramos seu valor unitário o mesmo se torna um “custo fixo”.


Essa dica certamente vai ajudar você a sanar suas dificuldades e melhorará a sua análise gerencial de custos.



Uma ótima semana!

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

A DVA como estratégia de Marketing e Sustentabilidade

Toda organização de fins lucrativos possui seu faturamento, ou seja, vende. Nós contadores temos um papel eticamente fundamental neste processo. Não cabe mais a gestão de uma organização sem a transparência, fidedignidade.

Sendo assim o Comitê de Pronunciamentos Contábeis emitiu o CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado (DVA) para expor a todas as partes interessadas (Stakeholders) como está sendo essa geração da riqueza e sua distribuição.

Para conhecer bem essa demonstração vamos ler o que diz a Lei 6.404/76, no art. 188, inc. II:

- A demonstração do valor adicionado representa o valor da riqueza gerada pela companhia, a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo, e outros, bem como a parcela da riqueza não distribuída.


Lembro que a obrigatoriedade desta demonstração contábil é para as sociedades de capital aberto e demais companhias obrigadas por lei. No entanto, o CPC 09 recomenda que a DVA seja elaborada para todas as empresas que divulguem suas demonstrações contábeis.

Além de sua companhia seguir os princípios internacionais de contabilidade, essa demonstração reflete positivamente na transparência de suas transações e é sem dúvida uma ótima ferramenta de marketing e sustentabilidade da companhia.



Abraço e até a próxima!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Você sabe realmente a diferença entre "Alocação Direta" e "Custo Direto"?

Gente,


A priori parece bastante simples esse tema, mas muita gente não tem o domínio quanto a apropriação dos "custos diretos" ou a "alocação direta", e essa confusão fatalmente prejudica nossos resultados.

Independentemente do método de custeio que venhamos a adotar temos a necessidade de conhecer os custos diretos aplicados em nosso serviço ou produto. Isso tudo vai depender do quanto está o nível de detalhe que seu sistema de custos alcança, pois quando temos um sistema que apenas se deseja conhecer os custos departamentais esse nível de detalhe fica um pouco aquém, mas quando temos um sistema robusto e que finalmente atingimos o custo final no produto, assim de fato é muito importante essa distinção.

Para termos a convicção do que é alocação direta ou custo direto é só observar os componentes de gastos no seu produto e perguntar a ele: Quanto custa sua participação em meu produto final? Caso soubermos responder enfaticamente sem necessitar de fórmulas ou rateios teremos o “custo direto”. No entanto, caso necessitarmos de regras de rateio ou tivermos dificuldade em se conhecer unitariamente o custo no produto, não é um custo direto.

Contudo, a nossa primeira atividade que devemos fazer quando vamos apropriar os custos é exatamente distinguir os gastos, despesas e custos através da "alocação direta" nos centros de custos administrativos, de apoio e centros produtivos.



Não vamos mais nos enlear quanto a definição de “custos direto” e “alocação direta”.


Um forte abraço e uma excelente semana!

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Quando reconhecer a Amortização de um Ativo Intangível?

Prezado amigo(a).

Conforme conceitua o "CPC 04 – R1 Ativo Intangível", o ativo intangível é um ativo identificável sem substância física, isto é, sem corpo físico. Os ativos intangíveis são incorpóreos representados por direitos de uso de um bem ou direitos associados a uma organização.

No entanto, para poder esse ativo ser reconhecido, ou seja, atribuir um valor a ser amortizado, esse ativo necessita de algumas características:

- Esse bem for provável que os benefícios econômicos futuros esperados atribuídos serão gerados em favor da entidade. Esses benefícios podem ser de receitas de vendas de produtos ou serviços, redução de custos e até outros benefícios devidos do uso desse ativo pela entidade.

- O custo do ativo possa ser identificado com confiabilidade.

Então fica a dica: só podemos amortizar esse bem quando tivermos a probabilidade que esse ativo possa gerar benefícios econômicos para a entidade no futuro e claro, ser esse ativo mensurado com confiabilidade.



Um forte abraço e até a próxima!

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

"Representação Fidedigna."

Fim de ano chegando e acredito ser oportuno conversarmos um pouco sobre a "Representação Fidedigna" nas demonstrações contábeis em vez apenas da legalidade jurídica.

Vejo contadores, muito presos apenas à formalização das transações. Muitos contadores se prendem apenas ao papel, assim comumente falando.

O "CPC 00 (R1) - Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro" enfatiza essa necessidade quando informa:

QC12. Os relatórios contábil-financeiros representam um fenômeno econômico em palavras e números. Para ser útil, a informação contábil-financeira não tem só que representar um fenômeno relevante, mas tem também que representar com fidedignidade o fenômeno que se propõe representar. Para ser representação perfeitamente fidedigna, a realidade retratada precisa ter três atributos. Ela tem que ser completa, neutra e livre de erro. É claro, a perfeição é rara, se de fato alcançável. O objetivo é maximizar referidos atributos na extensão que seja possível.

Em outras palavras, temos de registrar todos os fatos relevantes e tempestivos independentemente do processo formal. Temos que apresentar a realidade econômica e não só os registros fisicamente reportados.

Vamos tirar a viseira de nossos olhos, vamos fazer valer nosso papel dentro das organizações, sermos “Contadores” de verdade.

sábado, 25 de novembro de 2017

Um pouco do "CPC 16 Estoques" quanto ao Valor Líquido Realizável.

Amigos, que bom revê-los.

Voltamos a conversar sobre essa ciência maravilhosa que é a "Ciência Contábil."

Hoje vamos falar um pouco do "CPC 16 Estoques", apenas uma dica para o bom entendimento quanto ao valor líquido realizável.

O CPC 16 afirma: Os Estoques devem ser tratados, digo mensurados, pelo valor de custo ou pelo valor líquido realizável, dos dois o mais baixo, o menor.

Para compreender melhor, o valor líquido realizável é exatamente o valor de preço de venda estimado no curso normal deduzido dos custos estimados para a conclusão (os produtos que estão em fabricação ainda) e dos demais gastos também estimados para constituir a venda.

Salientamos que essa análise deve ser feita produto a produto, o que requer um controle muito efetivo por parte das empresas. Quando percebemos que o valor líquido realizável ficar a menor que o valor de custo deveremos reconhecer essa perda.


Um forte abraço e até a próxima!